Brasil Econômico: Charles Isidoro Gruenberg comenta sobre carreiras na juventude.

Economia forte dá chance aos jovens
 
Bom momento do mercado associado à maior qualificação é à receita para os advogados em início de carreira atingirem o topo mais cedo
 
O aquecimento geral da economia tem proporcionado novas oportunidades aos jovens profissionais, em especial os da área de direito. No currículo, eles colecionam especializações e com isso, têm conquistado altos cargos cada vez mais cedo. O advogado Charles Gruengerg, começou  sua carreira como estagiário no escritório Leite, Tosto e Barros  Advogados e aos 32 anos ocupa o cargo de diretor executivo. “Mesmo sendo alto o volume de formandos em Direito, ainda falta qualificação, o que dá oportunidade para aqueles mais jovens que buscam se capacitar logo”, diz o diretor.
 
Gruengerg tem pós-graduação em Direito Processual Civil e fala inglês, espanhol e hebraico. Segundo Rodrigo Fortes, diretor da Exec, consultoria de recursos  humanos, profissionais com habilidade em línguas estrangeiras são os mais procurados neste momento, uma vez que o reaquecimento do mercado gera mais negócios internacionais ligados a fusões e aquisições. “Neste caso o advogado deve ter pelo menos o inglês fluente, não entrevistamos candidatos que não tenham essa competência”.
 
No LO Batista Advogados, quase 35% da equipe é formada por jovens advogados com pós-graduação, mestrado ou doutorado  e todos falam pelo menos mais um idioma estrangeiro, além do inglês. Os jovens profissionais com 30 anos em média acreditam que a alta especialização é uma tendência. “Buscar a capacitação cada vez mais cedo deixou de ser exceção na área do Direito, pois, por sermos mais jovens do que muitas vezes os clientes esperam, temos ainda o desafio de demonstrar que temos segurança, conhecimento e formação sólida”, diz André Espírito Santo, de 31 anos, advogado sênior do LO Batista, com pós-graduação em direito do consumidor em estrado em direito constitucional.
 
Para a colega de casa, Cristina Jabardo, também de 31 anos, a alta especialização foi uma forma que o jovem encontrou de se inserir  no mercado ao mesmo tempo em que a evolução do mercado impulsionou esse movimento. “Antes o convencional era que um advogado fosse generalista, agora, vejo cada vez mais se formar em especialistas”, afirma a advogada sênior com mestrado em direito internacional.
 
Denifir em que área atuar se tornou uma escolha ainda na graduação, segundo Silvia Miranda, de 29 anos, advogada sênior  do LO Batista com mestrado em arbitragem internacional.  “Percebo que a geração mais jovem tem buscado se especializar ainda durante a faculdade, freqüentando cursos fora do país e buscando estágios em áreas de preferência”, diz.
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